Este exercício quântico de especulação me remete a algumas questões...
Antes disto, vale lembrar: O reino dévico compõe-se de seres, consciências e hierarquias de elevado grau de pureza e propícia à manifestação da Vida. Denominado simbolicamente “exército do som”, trabalha com vibrações (...) os devas impulsionam o reino elemental a preencher, com sua própria substância, os moldes sutis por eles construídos, preparando a forma para absorver a força-de-vida emanada da consciência que a habitará.
Os táquions possuem uma outra qualidade peculiar. As partículas taquiônicas ganham velocidade à medida que cedem energia e elevam seu padrão vibratório.
Maravilhoso o mundo dos táquions, não?
E será que ele é tão silencioso assim?
Por isso me pergunto, seriam os táquions a fronteira que nos permite tocar com outra consciência o reino elemental?
Seriam as partículas taquiônicas a correspondência para a compreensão de nossa capacidade de co-criar?
Estaria o conceito de energia taquiônica nos ajudando a assumir o poder de manifestação, neste momento em que recebemos a chama passada pelas colunas energéticas que nos guardavam, os Devas?
Se a imaginação é o princípio da manifestação, seriam estas partículas de massa imaginária, parte da manifestação de uma outra dimensão; de uma nova Morada para o nosso Ser Quântico?
Bem, a 3ª Dimensão é uma memória de lagarta. Uma memória repleta de parâmetros dentro dos quais se manifesta o que responde pelo nome de mundo físico.
Mas, a borboleta não cabe na memória da lagarta...
E Kryon nos ajuda: Lembrem-se, vocês estão todos em um estado quântico. Sua realidade não é vista desta forma, já que vocês se sentem singulares. Mas ao invés disto, estão "conectados". Isto permite que as energias como o táquion existam e saibam quem vocês são.
Interessante... Especular não é somente um verbo, que designa estudar com atenção; colher informações minuciosas a respeito de alguma coisa. Especular é também adjetivo.
Como verbo, tem sua raiz no latim speculari. Como adjetivo, se origina de speculare, que significa, aquilo que é relativo ao espelho.
A correspondência é algo que espelha; é algo especular?
Será por este motivo que Eckhart Tolle afirma, através de você o universo se torna ciente de si mesmo?*
As palavras trazem muita riqueza em si. Por isso têm poder.
*A New Earth, editado pelo Oprah’s Book Club.
Amanhece...
Tudo é Você... Tudo é Você...
A Viagem e o Viajante...
Não há nada fora, além de uma caixa de espelhos.
A certo Momento, fecha-se os olhos a ela...
E Desperta-se Lá... nas Dimensões internas.
E nenhum coração pulsa só...
Nenhum coração pulsa por si.
Todo Coração Canta em Si...
Ainda que os olhos não vejam.
Então...
Como contas em um colar que não tem fim,
pois o Círculo é Esfera em outra Dimensão
Seja os meus olhos, que Eu Sou os Seus...
Seja os meus braços, como Eu Sou no Abraço...
"Tão mais fácil Condução assim..."
Amor
Ecoa...
E o que ecoa está cumprido.
Salve!
.
Tudo é Você... Tudo é Você...
A Viagem e o Viajante...
Não há nada fora, além de uma caixa de espelhos.
A certo Momento, fecha-se os olhos a ela...
E Desperta-se Lá... nas Dimensões internas.
E nenhum coração pulsa só...
Nenhum coração pulsa por si.
Todo Coração Canta em Si...
Ainda que os olhos não vejam.
Então...
Como contas em um colar que não tem fim,
pois o Círculo é Esfera em outra Dimensão
Seja os meus olhos, que Eu Sou os Seus...
Seja os meus braços, como Eu Sou no Abraço...
"Tão mais fácil Condução assim..."
Amor
Ecoa...
E o que ecoa está cumprido.
Salve!
.
Abra os olhos
Só há UM aqui... Amor.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Speculari
Em 1974, um grupo de cientistas, que incluía o físico David Bohm e o matemático Bernard Carr, além do escritor Arthur Clarke, realizou um estudo sobre Uri Geller e sua suposta capacidade paranormal para a telecinesia, como o entortar de colheres.
O físico teórico Jack Sarfatti, do Centro Internacional de Física Teórica, em Trieste/Itália, fazia parte do grupo e mesmo não reconhecendo a autenticidade psicoenergética de Geller, elaborou um interessante exercício de especulação para o fenômeno de entortar colheres.
O exercício de Sarfatti envolve as partículas taquiônicas.
Começa supondo que haja um universo múltiplo e, nesta multiplicidade, um universo que corresponda a cada efeito possível no mundo quântico. Neste caso, uma colher que entorta é um destes universos, que se materializa porque uma coleção de átomos escolheu esta versão. Mas, será que foram os átomos que escolheram tal versão?
Para o exercício de Sarfatti, não.
A massa geral composta pelas pessoas que observam o fenômeno produz uma focalização ajustada de táquions em linha com a expectativa de que a colher entortará e esta focalização, segundo Sarfatti, poderá talvez empurrar os efeitos quânticos para produzir esta situação.
Mas, se os próprios observadores do evento são aqueles que o produziram, por que se surpreendem com o resultado?
À medida que os táquions possuem velocidade superior à da luz, poderiam voltar no tempo. Ou seja, os táquions permitiriam o envio de informações ao passado. Assim, esta é a resposta de Sarfatti: A produção espetacular das colheres tortas produz as ondas de admiração na audiência, liberando um fluxo de táquions que viajam para trás no tempo e fazem as colheres se entortarem um pouco antes de produzido, para criar a surpresa. Se um processo desses puder ser acionado de modo deliberado, poderá explicar os fenômenos telepáticos como uma comunicação taquiônica direta entre as mentes, mas um fato físico como entortar colheres parece requerer o esforço conjunto de muitas mentes — exceto, segundo o professor John Taylor, da London University, no caso de crianças. De acordo com o exposto acima, isto não surpreende. As crianças possuem uma imaginação mais viva do que a maioria dos adultos, com emoções mais poderosas, presumivelmente liberando vibrações taquiônicas mais fortes. Talvez esta ligação taquiônica forneça a chave a mistérios como os poltergeists.*
*Texto extraído do site: http://www.abbra.eng.br/enigmas16.htm
O físico teórico Jack Sarfatti, do Centro Internacional de Física Teórica, em Trieste/Itália, fazia parte do grupo e mesmo não reconhecendo a autenticidade psicoenergética de Geller, elaborou um interessante exercício de especulação para o fenômeno de entortar colheres.
O exercício de Sarfatti envolve as partículas taquiônicas.
Começa supondo que haja um universo múltiplo e, nesta multiplicidade, um universo que corresponda a cada efeito possível no mundo quântico. Neste caso, uma colher que entorta é um destes universos, que se materializa porque uma coleção de átomos escolheu esta versão. Mas, será que foram os átomos que escolheram tal versão?
Para o exercício de Sarfatti, não.
A massa geral composta pelas pessoas que observam o fenômeno produz uma focalização ajustada de táquions em linha com a expectativa de que a colher entortará e esta focalização, segundo Sarfatti, poderá talvez empurrar os efeitos quânticos para produzir esta situação.
Mas, se os próprios observadores do evento são aqueles que o produziram, por que se surpreendem com o resultado?
À medida que os táquions possuem velocidade superior à da luz, poderiam voltar no tempo. Ou seja, os táquions permitiriam o envio de informações ao passado. Assim, esta é a resposta de Sarfatti: A produção espetacular das colheres tortas produz as ondas de admiração na audiência, liberando um fluxo de táquions que viajam para trás no tempo e fazem as colheres se entortarem um pouco antes de produzido, para criar a surpresa. Se um processo desses puder ser acionado de modo deliberado, poderá explicar os fenômenos telepáticos como uma comunicação taquiônica direta entre as mentes, mas um fato físico como entortar colheres parece requerer o esforço conjunto de muitas mentes — exceto, segundo o professor John Taylor, da London University, no caso de crianças. De acordo com o exposto acima, isto não surpreende. As crianças possuem uma imaginação mais viva do que a maioria dos adultos, com emoções mais poderosas, presumivelmente liberando vibrações taquiônicas mais fortes. Talvez esta ligação taquiônica forneça a chave a mistérios como os poltergeists.*
*Texto extraído do site: http://www.abbra.eng.br/enigmas16.htm
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Táquions
De uma maneira extremamente simples, um dos princípios da teoria quântica é o que postula que o observador não apenas interage, mas muda o comportamento do fenômeno observado. No caso da física quântica, o observador muda o comportamento das partículas subatômicas, objeto de seu estudo.
A teoria quântica vem a passos largos se destacando da ciência moderna. Seus experimentos produzidos em laboratório, com partículas subatômicas, desafiam cientistas e filósofos, a ponto de abrirem um questionamento que permanece sem resposta: O microcosmo seguiria leis que não se aplicam à lógica cartesiana para o macrocosmo?
À medida que a Grande Ciência nos aponta que tal qual o grande é o pequeno, quem sabe uma resposta para aquele desafio viesse de uma pergunta em outro parâmetro epistêmico: Será que a lógica cartesiana dá conta de compreender o movimento silencioso das partículas subatômicas? E será que ao mudar a lógica cartesiana para compreender o movimento subatômico não mudamos simultaneamente o que representamos como macrocosmo; aquilo que responde pelo nome de mundo físico?
Bem, até pouco tempo atrás, a Terra era considerada um cubo, de cujas extremidades as embarcações corriam o risco de despencar...
Vejamos, então, o exemplo dos táquions, que habitam o mundo quântico.
Por definição, táquions são partículas subatômicas que viajam mais rápido que a luz. Isto é, são partículas superluminais, nomeadas como táquions, pelo físico norte-americano, Gerald Feinberg, a partir do grego tacuç – veloz.
Um ser com propriedade para viajar a uma velocidade superior à da luz é algo controverso para a ciência moderna porque, no interior da teoria da relatividade, de Einstein, não existe esta possibilidade para partículas com massa real. Ou seja, para aquelas partículas que compõem o mundo físico, tal qual acreditamos que ele seja, com nossa consciência em 3ª Dimensão.
Assim, táquions são partículas com massa imaginária, por isso têm a liberdade de evoluir a uma velocidade superior à da luz. E permanecem como enigma para parte da física quântica que ainda se sustenta na teoria da relatividade.
A teoria quântica vem a passos largos se destacando da ciência moderna. Seus experimentos produzidos em laboratório, com partículas subatômicas, desafiam cientistas e filósofos, a ponto de abrirem um questionamento que permanece sem resposta: O microcosmo seguiria leis que não se aplicam à lógica cartesiana para o macrocosmo?
À medida que a Grande Ciência nos aponta que tal qual o grande é o pequeno, quem sabe uma resposta para aquele desafio viesse de uma pergunta em outro parâmetro epistêmico: Será que a lógica cartesiana dá conta de compreender o movimento silencioso das partículas subatômicas? E será que ao mudar a lógica cartesiana para compreender o movimento subatômico não mudamos simultaneamente o que representamos como macrocosmo; aquilo que responde pelo nome de mundo físico?
Bem, até pouco tempo atrás, a Terra era considerada um cubo, de cujas extremidades as embarcações corriam o risco de despencar...
Vejamos, então, o exemplo dos táquions, que habitam o mundo quântico.
Por definição, táquions são partículas subatômicas que viajam mais rápido que a luz. Isto é, são partículas superluminais, nomeadas como táquions, pelo físico norte-americano, Gerald Feinberg, a partir do grego tacuç – veloz.
Um ser com propriedade para viajar a uma velocidade superior à da luz é algo controverso para a ciência moderna porque, no interior da teoria da relatividade, de Einstein, não existe esta possibilidade para partículas com massa real. Ou seja, para aquelas partículas que compõem o mundo físico, tal qual acreditamos que ele seja, com nossa consciência em 3ª Dimensão.
Assim, táquions são partículas com massa imaginária, por isso têm a liberdade de evoluir a uma velocidade superior à da luz. E permanecem como enigma para parte da física quântica que ainda se sustenta na teoria da relatividade.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Fronteira
É sabido que toda materialização em 3ª Dimensão tem origem em uma imagem, que preenchida com a força vital, se manifesta.Por isso, nosso imaginário coletivo é poderoso, mesmo que inconsciente. Como o imaginário coletivo de nossa consciência tridimensional é adormecido, contamos com a guarda do reino dévico, até despertarmos. Isto porque, nas palavras de Lúcia Campos, o inconsciente é coletivo, a consciência é propriedade daquele que a conquistou. E por consciência conquistada, sem dúvida ela não se refere à consciência tridimensional, por natureza, adormecida.
Não é com nossa consciência de 3ª Dimensão que recebemos a chama passada pelas colunas energéticas que nos guardavam, como afirma Kryon. E, sim, com nossa consciência em pupa, que está no reino de todas as possibilidades – o Agora.
Nosso Ser Quântico habita outra consciência, outra dimensão, outra morada... enfim, outro paradigma. Por isso, para nossa consciência em pupa é fundamental buscar correspondências para este outro paradigma, porque a borboleta está chegando.
A correspondência é o cruzamento entre o mundo das potências e o mundo manifesto. É o momento em que se diz: Eureka!
A correspondência é a fronteira da manifestação; o estalo que muda o paradigma... para não mais ser o mesmo.
Assim, estamos concentrando energia para criar correspondências porque a borboleta nos convida.
Eu, por exemplo, me sinto estimulada a olhar para as partículas denominadas táquions, com outros olhos.
E o que são táquions?
domingo, 7 de setembro de 2008
Devas
Quando vagávamos adormecidos pela 3ª Dimensão, os sistemas respondiam por nós porque não compreendíamos nossa capacidade de co-criar. Então, o reino dévico guardava a manifestação do mundo físico. Por isso, nossa consciência tridimensional possui anjos da guarda.
O reino dévico compõe-se de seres, consciências e hierarquias de elevado grau de pureza e propícia à manifestação da Vida. Denominado simbolicamente “exército do som”, trabalha com vibrações. Seu campo de ação é bastante abrangente, pois vai desde os arquétipos até as formas concretas. De certo ângulo, representa a “consciência do corpo etérico” do Logos. Toda a circulação de energia em um Universo é efetuada e assistida pelos devas.
Os devas impulsionam o reino elemental a preencher, com sua própria substância, os moldes sutis por eles construídos, preparando a forma para absorver a força-de-vida emanada da consciência que a habitará.
O trabalho dos devas construtores é orientado por membros da Hierarquia espiritual ou por Entidades dévicas elevadas, que lhes revelam o propósito a ser cumprido. O relacionamento consciente do homem com os devas é fundamental para a realização do Plano Evolutivo, mas para contactar a Hierarquia dévica em seus aspectos superiores é necessária pureza. Esse contacto se efetivará de maneira mais ampla no próximo ciclo da Terra, quando o planeta estiver mais sutilizado e livre de grande parte das forças involutivas hoje presentes nos seus níveis psíquicos.*
Faço um grifo na função do reino elemental porque somos uma consciência em trânsito por dois mundos - o mundo de 3ª e o de 5ª Dimensão. E nossa consciência em pupa nos convida a novas atribuições.
Ao explicar a Convergência Harmônica, ocorrida em 1987, Kryon nos relata que com aquela dispensação, alguns Senhores da Guerra partiram, assim como alguns devas dos jardins. Parte dos lugares sagrados do planeta, que sempre haviam guardado certos tipos de energia, foram transformando-se à medida que as suas «colunas energéticas» – aquelas entidades que sempre tinham sustentado a energia sagrada – iam partindo. E, ao partir, passaram a «chama» da sua energia ao Ser Humano, que começava a sentir o deslocamento da Rede e tomava completamente o manto da força de vida da Terra.
Recentemente, graças ao maravilhoso tricô cósmico que tecemos continuamente, duas queridas partículas de luz, Silvia Duprat e Lúcia Campos, me levaram ao conceito quântico dos táquions. E, para mim, foi inevitável fazer uma correspondência entre elementais e táquions, neste momento em que recebemos a chama passada pelas colunas energéticas que nos guardavam.
Nas próximas postagens vou procurar explicar o motivo.
*Texto extraído do Glossário Esotérico, de Trigueirinho
O reino dévico compõe-se de seres, consciências e hierarquias de elevado grau de pureza e propícia à manifestação da Vida. Denominado simbolicamente “exército do som”, trabalha com vibrações. Seu campo de ação é bastante abrangente, pois vai desde os arquétipos até as formas concretas. De certo ângulo, representa a “consciência do corpo etérico” do Logos. Toda a circulação de energia em um Universo é efetuada e assistida pelos devas.
Os devas impulsionam o reino elemental a preencher, com sua própria substância, os moldes sutis por eles construídos, preparando a forma para absorver a força-de-vida emanada da consciência que a habitará.
O trabalho dos devas construtores é orientado por membros da Hierarquia espiritual ou por Entidades dévicas elevadas, que lhes revelam o propósito a ser cumprido. O relacionamento consciente do homem com os devas é fundamental para a realização do Plano Evolutivo, mas para contactar a Hierarquia dévica em seus aspectos superiores é necessária pureza. Esse contacto se efetivará de maneira mais ampla no próximo ciclo da Terra, quando o planeta estiver mais sutilizado e livre de grande parte das forças involutivas hoje presentes nos seus níveis psíquicos.*
Faço um grifo na função do reino elemental porque somos uma consciência em trânsito por dois mundos - o mundo de 3ª e o de 5ª Dimensão. E nossa consciência em pupa nos convida a novas atribuições.
Ao explicar a Convergência Harmônica, ocorrida em 1987, Kryon nos relata que com aquela dispensação, alguns Senhores da Guerra partiram, assim como alguns devas dos jardins. Parte dos lugares sagrados do planeta, que sempre haviam guardado certos tipos de energia, foram transformando-se à medida que as suas «colunas energéticas» – aquelas entidades que sempre tinham sustentado a energia sagrada – iam partindo. E, ao partir, passaram a «chama» da sua energia ao Ser Humano, que começava a sentir o deslocamento da Rede e tomava completamente o manto da força de vida da Terra.
Recentemente, graças ao maravilhoso tricô cósmico que tecemos continuamente, duas queridas partículas de luz, Silvia Duprat e Lúcia Campos, me levaram ao conceito quântico dos táquions. E, para mim, foi inevitável fazer uma correspondência entre elementais e táquions, neste momento em que recebemos a chama passada pelas colunas energéticas que nos guardavam.
Nas próximas postagens vou procurar explicar o motivo.
*Texto extraído do Glossário Esotérico, de Trigueirinho
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Batuta
Iluminada pelo Amor, a consciência de 3ª Dimensão emerge como uma consciência adormecida, experimentando um sonho. Um sonho de lagarta.
Ao despertarmos, nossa consciência em pupa nos descobre mais... Revela que a 3ª Dimensão é uma memória. Uma grande memória onde projetamos sonhos, que podemos nomear como vidas; vidas paralelas; vidas reencarnadas... Pouco importa como estão vestidas as vidas, a 3ª Dimensão é apenas... memória.
Mas, enquanto despertamos da memória, nosso Ser Quântico convida:
-Seja bem-vindo!
Neste chamado vem o momento de concentrarmos energia para o salto do casulo porque a borboleta espera por nós.
Ao despertarmos, nossa consciência em pupa nos descobre mais... Revela que a 3ª Dimensão é uma memória. Uma grande memória onde projetamos sonhos, que podemos nomear como vidas; vidas paralelas; vidas reencarnadas... Pouco importa como estão vestidas as vidas, a 3ª Dimensão é apenas... memória.
Mas, enquanto despertamos da memória, nosso Ser Quântico convida:
-Seja bem-vindo!
Neste chamado vem o momento de concentrarmos energia para o salto do casulo porque a borboleta espera por nós.
E espera agradecida.
Como tudo isto é possível?
Bem... Ao toque da batuta do Maestro, todos os talentos
Como tudo isto é possível?
Bem... Ao toque da batuta do Maestro, todos os talentos
se apresentam, não?
Comunhão
Daquilo que pude compreender até o momento, o Ser Quântico habita a 5ª Dimensão.Por isso, enquanto somos uma consciência em trânsito, da 3ª para a 5ª Dimensão, nossa consciência em pupa prepara uma nova Morada.
Mas, há uma mágica divina aqui porque, como rege a Grande Ciência, aquilo que foi, é e sempre será.
Então, a nova Morada já existe... nossa consciência tridimensional é que não se lembra dela, como a lagarta não se lembra da borboleta.
Mas, quem é que lembra em nós?
Em essência, somos nós mesmos porque é a borboleta que ruma, em seu vôo errante, para a lagarta. É o Ser Quântico que nos compreende e expande porque já o portamos em nós.
E como isto é possível?
Tal qual é possível à pupa trazer em si a lagarta e a borboleta.
A consciência em pupa é o Agora – o reino de todas as possibilidades.
Não é a memória, nem é a potência. Não é o passado, nem é o futuro.
E porque é o Agora, porta a capacidade de co-criar.
Há um momento no interior da pupa em que a lagarta se torna borboleta?
No interior da pupa é Agora; o Eterno onde a lagarta e a borboleta são.
Quando somos no Agora, portamos a 3ª e a 5ª Dimensões em nós. Somos a comunhão entre a memória e a potência – o espaço interdimensional de onde expressamos a Existência.
É do Agora que podemos manifestar uma nova Morada.
De que maneira fazemos isto é o que estamos descobrindo com a ajuda da borboleta; de nosso Ser Quântico.
Liberdade para as borboletas, elas sabem o que fazem.
Isto é colocar Nova Energia no sistema.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Crisálida
Assim, a pupa prepara a lagarta para outra Morada,
compreendendo-a integralmente por Amor.
E enquanto a lagarta se põe adormecida, a borboleta passa e prediz:
-Bem-vinda!
compreendendo-a integralmente por Amor.
E enquanto a lagarta se põe adormecida, a borboleta passa e prediz:
-Bem-vinda!
Em si
Interessante... a palavra portar possui inúmeras representações, entre elas, trazer em si.
Dizer que as dimensões são internas é cometer uma redundância incompreensível para a consciência em 3ª Dimensão. O ego não porta esta capacidade.
A 3ª Dimensão é a morada do ego.
O Ser Quântico traz em si uma outra Morada porque...
“O reino de Deus está dentro de você.”
Dizer que as dimensões são internas é cometer uma redundância incompreensível para a consciência em 3ª Dimensão. O ego não porta esta capacidade.
A 3ª Dimensão é a morada do ego.
O Ser Quântico traz em si uma outra Morada porque...
“O reino de Deus está dentro de você.”
Moradas
Nosso ego pergunta:
-Responda-me!
Nosso Eu Superior expressa:
-Quem indaga está preso à pergunta.
Nosso ego reage e segue sem ouvir a resposta.
Nosso Eu Superior compreende e silencia.
Nosso Ser Quântico sorri porque reconhece que o ego não porta a capacidade de ouvir no outro, a si mesmo.
O monólogo de Deus é uma sinfonia manifestada por cada qual em sua Dimensão.
Por isso “a Casa do Pai tem várias Moradas”.
-Responda-me!
Nosso Eu Superior expressa:
-Quem indaga está preso à pergunta.
Nosso ego reage e segue sem ouvir a resposta.
Nosso Eu Superior compreende e silencia.
Nosso Ser Quântico sorri porque reconhece que o ego não porta a capacidade de ouvir no outro, a si mesmo.
O monólogo de Deus é uma sinfonia manifestada por cada qual em sua Dimensão.
Por isso “a Casa do Pai tem várias Moradas”.
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Ser Quântico
O Ser que se transmuta, transmuta o que responde pelo nome...
Este não é mais um ser humano aprisionado a um sistema tridimensional de existência.
É um novo ser.
As partes de nós que estão prontas para dar este salto são aquelas com maior facilidade para transcender o ego.
Refiro-me a este novo ser pelo nome de Ser Quântico porque o conceito de quantum diz respeito a cada uma das partículas elementares em que, segundo Max Planck, são subdivididas muitas formas de energia consideradas tradicionalmente quantidades contínuas.
Quem é este Ser Quântico?
Em essência são aquelas partes de nós que estão transmutando o que responde pelo nome de mundo físico.
Como são capazes disto?
Porque já não respondem pelo nome de seres humanos.
Ao transcenderem o ego, são partes de nós que compreendem amorosamente a sombra e a luz... toda a expressão, sem com ela se confundirem...
São partes de nós que nos reconhecem... por isso estão dando um salto, oitava acima, e se destacam das formas de energia consideradas tradicionalmente quantidades contínuas.
A estas partes de nós, responde um novo mundo... uma outra Dimensão.
E para estas partes de nós o Cosmos expressa:
-Assim é se assim lhe parece...
Aleluia!
Este não é mais um ser humano aprisionado a um sistema tridimensional de existência.
É um novo ser.
As partes de nós que estão prontas para dar este salto são aquelas com maior facilidade para transcender o ego.
Refiro-me a este novo ser pelo nome de Ser Quântico porque o conceito de quantum diz respeito a cada uma das partículas elementares em que, segundo Max Planck, são subdivididas muitas formas de energia consideradas tradicionalmente quantidades contínuas.
Quem é este Ser Quântico?
Em essência são aquelas partes de nós que estão transmutando o que responde pelo nome de mundo físico.
Como são capazes disto?
Porque já não respondem pelo nome de seres humanos.
Ao transcenderem o ego, são partes de nós que compreendem amorosamente a sombra e a luz... toda a expressão, sem com ela se confundirem...
São partes de nós que nos reconhecem... por isso estão dando um salto, oitava acima, e se destacam das formas de energia consideradas tradicionalmente quantidades contínuas.
A estas partes de nós, responde um novo mundo... uma outra Dimensão.
E para estas partes de nós o Cosmos expressa:
-Assim é se assim lhe parece...
Aleluia!
Pura quântica
E se reconhecemos a escória tão naturalmente quanto nossa própria sombra, silenciosa e companheira, podemos reconhecer a luz?Estamos prontos?
Transmutando o que somos, transmuta-se o que responde pelo nome, que transmuta o que somos...
É momento de escolhermos... porque o Cosmos expressa eternamente:
-Assim é se assim lhe parece!
Afinal, imaginemos que o universo todo fosse apenas resultado da equação:
O mal inveja o bem... que rejeita o mal... que inveja o bem... que rejeita o mal...
Andaríamos em círculo eternamente?
Há partes de nós que podem dar um passo e seguir oitava acima.
Assim nasce um Ser Quântico.
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Forma e fundo
E depois de tudo, quando compreendemos na escória, também a expressão do Criador...Quando compreendemos na escória, também nossa expressão...
Estamos começando... apenas começando a reconhecer o que é Amor.
Estamos começando a nos amar integralmente... a reunir o nome e o verbo.
O cubo é o que é. Tanto quanto a esfera.
E ambos são só a forma.
Para que um se torne o outro é preciso chegar ao fundo.
E no fundo são todos um... Somos...
O monólogo amoroso do Criador.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Insuportável leveza
De volta à 3ª Dimensão...Uma das primeiras reações ao vislumbre do outro como partes de nós mesmos é a indignação. Afinal, “há tanta escória espalhada pelo mundo físico”, nos responde o ego.
Interessante que, antes da qualidade de ser vil, o verbete escória significa: resíduos da fusão de metais ou da redução de minérios, mais leves do que estes e que, portanto, sobrenadam. Bem a propósito, não?
E quanto maior o ego, maior a indignação... maior a repulsão.
Pouco a pouco vamos compreendendo o outro como uma condição tão natural quanto a sombra que nos acompanha para onde formos, em um lindo dia de sol.
Seríamos tolos se lutássemos contra nossa própria sombra, não?
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