Amanhece...
Tudo é Você... Tudo é Você...
A Viagem e o Viajante...
Não há nada fora, além de uma caixa de espelhos.
A certo Momento, fecha-se os olhos a ela...
E Desperta-se Lá... nas Dimensões internas.
E nenhum coração pulsa só...
Nenhum coração pulsa por si.
Todo Coração Canta em Si...
Ainda que os olhos não vejam.
Então...
Como contas em um colar que não tem fim,
pois o Círculo é Esfera em outra Dimensão
Seja os meus olhos, que Eu Sou os Seus...
Seja os meus braços, como Eu Sou no Abraço...
"Tão mais fácil Condução assim..."
Amor
Ecoa...
E o que ecoa está cumprido.
Salve!
.
Tudo é Você... Tudo é Você...
A Viagem e o Viajante...
Não há nada fora, além de uma caixa de espelhos.
A certo Momento, fecha-se os olhos a ela...
E Desperta-se Lá... nas Dimensões internas.
E nenhum coração pulsa só...
Nenhum coração pulsa por si.
Todo Coração Canta em Si...
Ainda que os olhos não vejam.
Então...
Como contas em um colar que não tem fim,
pois o Círculo é Esfera em outra Dimensão
Seja os meus olhos, que Eu Sou os Seus...
Seja os meus braços, como Eu Sou no Abraço...
"Tão mais fácil Condução assim..."
Amor
Ecoa...
E o que ecoa está cumprido.
Salve!
.
Abra os olhos
Só há UM aqui... Amor.
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Pastor
Há um momento em que expressamos um silencioso: Basta! Ao nosso coro de vozes.
É o momento em que começamos a reunir o rebanho... as partes de nós que compõem o nosso enredo... para compreendê-las pelo Amor.
Os personagens de nosso enredo são extensões de nosso Ser.
Foi como escolhemos experimentar o sonho chamado 3ª Dimensão, para despertar.
E há um lindo passe de mágica ao compreendermos que nosso estado de solidão e isolamento é transposto quando reunimos as partes de nós em Um.
Cada consciência que reune o rebanho, agrega um quantum ao nosso Ser Quântico – ao Corpo de Luz para o qual tornamos.
Este foi um dos registros que a consciência Crística deixou em nossa memória tridimensional. Por isso caminha como Pastor, por entre as partes adormecidas de nós.
É o momento em que começamos a reunir o rebanho... as partes de nós que compõem o nosso enredo... para compreendê-las pelo Amor.
Os personagens de nosso enredo são extensões de nosso Ser.
Foi como escolhemos experimentar o sonho chamado 3ª Dimensão, para despertar.
E há um lindo passe de mágica ao compreendermos que nosso estado de solidão e isolamento é transposto quando reunimos as partes de nós em Um.
Cada consciência que reune o rebanho, agrega um quantum ao nosso Ser Quântico – ao Corpo de Luz para o qual tornamos.
Este foi um dos registros que a consciência Crística deixou em nossa memória tridimensional. Por isso caminha como Pastor, por entre as partes adormecidas de nós.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Conexo
O físico teórico Fred Allan Wolf explica porque nós existimos no Agora e não no passado, nem no futuro. Cada ação no tempo “real” é uma seqüência indefinida de materializações e desmaterializações, no nível quântico microscópico. Elas ocorrem mais depressa que a velocidade da luz e em número tão grande de vezes que se percebe esta ação como contínua.*Nossa consciência de 3ª Dimensão não porta a capacidade de acompanhar a velocidade deste movimento, mas uma consciência expandida de nós é capaz – nosso Ser Quântico.
Com o influxo cada vez maior de energias amorosas incidindo sobre nossa consciência tridimensional – vindas de nossas dimensões internas – torna-se fácil... fácil acessar nosso Ser Quântico. É quando sentimos a fusão que nos conecta ao Todo. Ela pode durar um frame ou a eternidade – depende do quantum que conseguimos sustentar na expansão.
Mas, não é preciso esforço. Ou, nas palavras de Wolf, não temos que aprender como controlar ou dirigir energias. Tudo o que temos de fazer é permitir que a consciência nos encontre.
Borboleta, borboleta...
*Espaço-tempo e Além, editado pela Cultrix
domingo, 14 de setembro de 2008
Grande quadro
Logo que descompactei o conteúdo do Manual para um Monólogo Amoroso, em meados de 2006, senti um imenso vazio e uma necessidade de me recolher. Quem sabe a um estado pupário. Foram dois anos de recolhimento. Poderia ter sido menos se eu não insistisse em passar pelo mesmo lugar tantas vezes, sem reconhecê-lo oitava acima. Mas, tudo tem seu momento.
No início deste ano, comecei a ouvir novamente aquilo que chamo a voz do silêncio. Ela me indicava: “Veja o grande quadro... veja o grande quadro!”
No mesmo momento, mensagens de Kryon, Tobias e do grupo também apontavam: “Vejam a bigger picture!”
Então eu disse: “Eis aqui uma sincronicidade de vozes”.
Intuitivamente, criei a URL deste blog em abril e deixei germinando por algum “tempo”.
O que faço neste espaço, desde então, é conversar comigo mesma, buscando perceber o grande quadro. Mas, pela perfeição da Matemática Divina, é o tricô cósmico quem co-cria o conteúdo do monólogo.
Quem sabe esse tricô seja o grande quadro a nos dizer que uma onda de despertar quântico está chegando.
E tudo é como deveria ser... em perfeita ordem com o Plano Divino.
“Assim na Terra como no Céu”.
“Tal qual em cima, é embaixo”.
Estas são correspondências com poder para criar uma nova Morada.
Para produzir esta fusão precisamos de uma focalização ajustada de táquions em linha, prontos para entortar a colher; para criar esta nova Morada.
Algo assim, como expressar com Amor:
Borboleta, seja bem-vinda!
Nós também agradecemos!
No início deste ano, comecei a ouvir novamente aquilo que chamo a voz do silêncio. Ela me indicava: “Veja o grande quadro... veja o grande quadro!”
No mesmo momento, mensagens de Kryon, Tobias e do grupo também apontavam: “Vejam a bigger picture!”
Então eu disse: “Eis aqui uma sincronicidade de vozes”.
Intuitivamente, criei a URL deste blog em abril e deixei germinando por algum “tempo”.
O que faço neste espaço, desde então, é conversar comigo mesma, buscando perceber o grande quadro. Mas, pela perfeição da Matemática Divina, é o tricô cósmico quem co-cria o conteúdo do monólogo.
Quem sabe esse tricô seja o grande quadro a nos dizer que uma onda de despertar quântico está chegando.
E tudo é como deveria ser... em perfeita ordem com o Plano Divino.
“Assim na Terra como no Céu”.
“Tal qual em cima, é embaixo”.
Estas são correspondências com poder para criar uma nova Morada.
Para produzir esta fusão precisamos de uma focalização ajustada de táquions em linha, prontos para entortar a colher; para criar esta nova Morada.
Algo assim, como expressar com Amor:
Borboleta, seja bem-vinda!
Nós também agradecemos!
sábado, 13 de setembro de 2008
O ponto de Deus
Em 3a Dimensão somos gigantes... cercados por uma ilusão gigantesca que responde pelo nome de mundo físico.
"Mas, o infinito é menor que um grão de areia.
E Deus é Mínimo...
A Semente simples e original.
Aquele que Ama conhece a dimensão de Deus".
"Mas, o infinito é menor que um grão de areia.
E Deus é Mínimo...
A Semente simples e original.
Aquele que Ama conhece a dimensão de Deus".
Entre parênteses
Quando me refiro ao mundo quântico, utilizo três expressões: física quântica, teoria quântica e ciência quântica. Preciso esclarecer.A física quântica tem como objeto de estudo o mundo das partículas subatômicas, ou seja, o microcosmo. Enquanto a astrofísica se atém ao macrocosmo.
A teoria quântica se ocupa de respaldar e, também, de realizar exercícios de especulação para refletir sobre o mundo das partículas subatômicas.
Uma parte da física quântica, a maior parte, é bem verdade, conjuga-se com a teoria geral da relatividade, de Einstein, ao teorizar sobre a física quântica.
Um pequeno grupo de físicos, todavia, vem colocando ou produzindo questionamentos teóricos que leva a crer que estamos a um passo de um salto para novas fronteiras da ciência. Para além dos limites epistêmicos que sustentaram a ciência moderna.
Dentre este grupo de físicos estão Frijof Capra e Amit Goswami, os mais conhecidos fora da academia de ciências.
Por falar nisto, estes físicos são mais reconhecidos fora dos muros acadêmicos. O que não é de se surpreender.
Vale lembrar que a palavra moderno surge no século V d. C. como modernus, somatória no latim vulgar, de modo (há pouco) e hodiernus (hoje) e antônimo para antiquus. Foi com esta palavra que algumas mentes brilhantes foram cunhadas no final da Idade Média, para serem ironizadas pelas idéias que propunham. E graças a elas, chegamos à Idade Moderna.
Pois, a Idade Moderna parece estar chegando ao fim e, através de mentes brilhantes como as de Capra e Goswami, entre outros, temos novamente a oportunidade de expandir os horizontes da física quântica, ao trazê-la para a dimensão da consciência.
A meu ver, assim nasce uma nova ciência e a ela me refiro como ciência quântica porque está puxando outras disciplinas acadêmicas para formar um corpo.
Por exemplo, algo me diz que uma nova teoria da evolução não virá da biologia isoladamente, desta vez. Poderá vir de uma ciência quântica e sua capacidade de se comunicar com outra Dimensão.
Vamos ver... O acelerador de partículas está aí, em algum lugar entre a Suíça e a França.
Não é interessante que os cientistas precisem de minúsculos prótons para compreender o imenso big-bang?
Quem sabe procurando o grande no pequeno, eles encontrem Deus.
E se nós O reconhecermos, teremos alçado outra Dimensão... outra consciência.
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
A queda
Ontem à noite assisti ao documentário exibido pelo GNT, sobre o 11 de Setembro.
Chama-se The Falling Man, O Homem que Cai.
O trabalho é resultado de uma busca obcecada pela identificação de um corpo que se lança do 107º andar do World Trade Center, no dia do atentado, através de uma seqüência de fotos que registraram o momento.
Ao final do documentário, a irmã do suposto homem que cai, é uma voz que se levanta para expressar com sabedoria:
Ele tomou as rédeas da vida em suas próprias mãos no último momento e acreditou que cairia nos braços de Deus? Ele simplesmente tentou fugir da morte? Isto só ele poderá dizer... Para mim não há necessidade de identificá-lo. O importante é que possamos reconhecer a parte de nós, naquele homem que cai.
Não pude identificar o nome desta voz tão sábia. Não tem importância. O importante é que também possamos nos reconhecer nela.
Chama-se The Falling Man, O Homem que Cai.
O trabalho é resultado de uma busca obcecada pela identificação de um corpo que se lança do 107º andar do World Trade Center, no dia do atentado, através de uma seqüência de fotos que registraram o momento.
Ao final do documentário, a irmã do suposto homem que cai, é uma voz que se levanta para expressar com sabedoria:
Ele tomou as rédeas da vida em suas próprias mãos no último momento e acreditou que cairia nos braços de Deus? Ele simplesmente tentou fugir da morte? Isto só ele poderá dizer... Para mim não há necessidade de identificá-lo. O importante é que possamos reconhecer a parte de nós, naquele homem que cai.
Não pude identificar o nome desta voz tão sábia. Não tem importância. O importante é que também possamos nos reconhecer nela.
Plano evolutivo
E o que dizer a respeito disso:
O relacionamento consciente do homem com os devas é fundamental para a realização do Plano Evolutivo, mas para contactar a Hierarquia dévica em seus aspectos superiores é necessária pureza. Esse contacto se efetivará de maneira mais ampla no próximo ciclo da Terra, quando o planeta estiver mais sutilizado e livre de grande parte das forças involutivas hoje presentes nos seus níveis psíquicos.
Seria o mesmo que afirmar:
O relacionamento do Ser Quântico com os Devas, em sua nova Morada - a Terra de 5ª Dimensão?
E isto corresponderia a dizer que nosso Ser Quântico escolheu com a ajuda da energia taquiônica elemental construir esta versão quântica da Terra, entre infinitas possibilidades de um universo múltiplo?
E corresponderia também a compreender que nosso Ser Quântico, em sua nova Morada, integra o reino dévico?
“A borboleta pousada, ou é Deus ou é nada”.
O relacionamento consciente do homem com os devas é fundamental para a realização do Plano Evolutivo, mas para contactar a Hierarquia dévica em seus aspectos superiores é necessária pureza. Esse contacto se efetivará de maneira mais ampla no próximo ciclo da Terra, quando o planeta estiver mais sutilizado e livre de grande parte das forças involutivas hoje presentes nos seus níveis psíquicos.
Seria o mesmo que afirmar:
O relacionamento do Ser Quântico com os Devas, em sua nova Morada - a Terra de 5ª Dimensão?
E isto corresponderia a dizer que nosso Ser Quântico escolheu com a ajuda da energia taquiônica elemental construir esta versão quântica da Terra, entre infinitas possibilidades de um universo múltiplo?
E corresponderia também a compreender que nosso Ser Quântico, em sua nova Morada, integra o reino dévico?
“A borboleta pousada, ou é Deus ou é nada”.
Evolução
Alguns posts atrás eu citava que os táquions são partículas com massa imaginária, por isso têm a liberdade de evoluir a uma velocidade superior à da luz.O verbo evoluir significa passar por uma série progressiva de transformações.
Desde a teoria evolutiva de Darwin, esta passagem progressiva ficou bastante ressaltada.
Mas, faltou àquela teoria, uma resposta irrefutável para a pergunta:
E quem arrasta esta série progressiva de transformações?
Tanto faltou que persistem versões que não se misturam, para a resposta.
Darwin, através de um meticuloso trabalho de observação, criou correspondências para demonstrar o processo evolutivo no reino animal.
E, parece, estava mais ocupado com esta observação, do que em buscar respostas para o que atraia as espécies para a série progressiva de transformações.
A resposta foi: A necessidade de sobrevivência diante dos desafios ambientais.
Bem, a uma consciência que desperta para a capacidade de co-criação, cabe outra pergunta: E aqueles desafios ambientais foram criados por quem?
Está ficando cada vez mais difícil sustentar uma via de mão única para explicar o processo evolutivo, que segue na direção do pior ao melhor; do menos ao mais capacitado.
Tal qual a borboleta puxa a lagarta para a pupa e a lagarta adormecida se projeta em direção ao casulo, evoluir é um processo de vai-e-vem... um puxa e empurra das dimensões, como diria Kryon.
Acho muito interessante a imagem da serpente se consumindo pelo próprio rabo, formando um círculo perfeito. Será um círculo ou um ciclo perfeito? Para mim esta imagem corresponde a consumirmos a memória – nossa memória de 3ª dimensão – para nos lembrarmos quem somos.
Por isso a sabedoria Hopi indica: “Nós somos aqueles pelos quais estávamos esperando”.
Seguindo o toque da batuta do Maestro, é claro!
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Sem surpresas
De volta ao exercício de Sarfatti...
A produção espetacular das colheres tortas produz as ondas de admiração na audiência, liberando um fluxo de táquions que viajam para trás no tempo e fazem as colheres se entortarem um pouco antes de produzido, para criar a surpresa.
Bem, então a surpresa só se efetiva se a audiência não está no Agora e permite ser pega pelo movimento taquiônico de retorno no tempo. Caso estivesse concentrada no Agora, a manifestação taquiônica ocorreria em seu exato momento, não? E assim, eliminaria a possibilidade da surpresa, ou melhor, das ondas de admiração.
Em outras palavras, a platéia estaria consciente de sua co-criação.
Em minha viagem especular, fico imaginando se um mundo sem surpresas seria a expressão do tédio.
E... concluo que não porque se no lugar da surpresa, colocamos a sincronicidade da co-criação... no lugar do tédio sobrevém a alegria de co-criar.
É a consciência adormecida de 3ª Dimensão que necessita de surpresas porque desconhece sua capacidade de co-criar.
Alguém pode imaginar no Criador a expressão do tédio?
Não. E não mesmo porque a Mente Suprema é onisciente de criar. E de que cria também através de nós; de nosso Ser Quântico portador da capacidade de co-criar.
E qual a substância da qual se nutre a criação?
O Amor.
Sem sombra de dúvida!
E, nesse sentido, os táquions elementais seriam plenos de Amor porque preechem com sua própria substância a forma que a consciência habitará...
Substâncias de Amor.
A produção espetacular das colheres tortas produz as ondas de admiração na audiência, liberando um fluxo de táquions que viajam para trás no tempo e fazem as colheres se entortarem um pouco antes de produzido, para criar a surpresa.
Bem, então a surpresa só se efetiva se a audiência não está no Agora e permite ser pega pelo movimento taquiônico de retorno no tempo. Caso estivesse concentrada no Agora, a manifestação taquiônica ocorreria em seu exato momento, não? E assim, eliminaria a possibilidade da surpresa, ou melhor, das ondas de admiração.
Em outras palavras, a platéia estaria consciente de sua co-criação.
Em minha viagem especular, fico imaginando se um mundo sem surpresas seria a expressão do tédio.
E... concluo que não porque se no lugar da surpresa, colocamos a sincronicidade da co-criação... no lugar do tédio sobrevém a alegria de co-criar.
É a consciência adormecida de 3ª Dimensão que necessita de surpresas porque desconhece sua capacidade de co-criar.
Alguém pode imaginar no Criador a expressão do tédio?
Não. E não mesmo porque a Mente Suprema é onisciente de criar. E de que cria também através de nós; de nosso Ser Quântico portador da capacidade de co-criar.
E qual a substância da qual se nutre a criação?
O Amor.
Sem sombra de dúvida!
E, nesse sentido, os táquions elementais seriam plenos de Amor porque preechem com sua própria substância a forma que a consciência habitará...
Substâncias de Amor.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Entre parênteses
Hoje é dia em que o acelerador de partículas começa a operar, na fronteira entre a Suíça e a França.Alguns cientistas temem as conseqüências desta aceleração.
Kryon diz o seguinte, sobre o evento:
No próximo mês (Agosto de 2008), ocorre um grandioso experimento. A maior máquina na Terra vem em ligação direta, estudar as menores coisas que existem, coisas que são invisíveis. Nós falamos agora do grande acelerador atômico na Suíça... eventos atuais. Há muitos que disseram: "Isto é perigoso". Não é. Nenhuma energia mais será criada lá do que está presente na barragem da energia cósmica que atinge a Terra a cada momento de cada segundo. Tudo o que eles estão fazendo é criar esta mesma energia de um modo controlado, de modo que eles possam estudá-la. Eles não podem estudá-la quando é ao acaso.
Eles usam prótons e anti-prótons, e as aceleram a 90% (+) da velocidade da luz. Então eles os despedaçam em cada outro, no maior experimento físico que já houve. Deixem-me lhes dizer quais são os potenciais, e lembrem-se que o ouviram aqui primeiro. (Kryon sorri). O que eles estão procurando é a energia interdimensional. Eles estão procurando o que eles suspeitam que deva estar lá, e eles a encontrarão. Eles a encontrarão porque eles estão observando a energia criativa Universal. Deixem-me lhes falar da profundidade do que eles estão prestes a descobrir nesta próxima década: Eles reescreverão o cenário de como começou o Universo. Nunca houve o Big Bang (como discutimos com vocês muitas vezes). A idéia do Big Bang é uma explicação tridimensional de um atributo interdimensional. Os Universos são criados todo o tempo através da mudança interdimensional - quando uma dimensão literalmente colide com outra. É um evento quântico grandioso. É quando vocês compreendem todos os atributos que vocês descrevem como o Big Bang.
Uma revisão: Na 3D, vocês tinham muitos cientistas observando o que eles sentiram como prova da teoria do Big Bang. Eles tinham encontrado o resíduo do que eles pensavam que fosse prova (constante cosmológica). Nomes como Hubble e outros estiveram à frente disto. Entretanto, isto está agora para ser desafiado pela observação das menores partículas conhecidas.
Primeiro, até a teoria do Big Bang tinha que ser interdimensional em seu início. Pois há o reconhecimento de que tudo viajava mais rápido do que a luz e que tudo aconteceu simultaneamente. Retornando a estes dias desta teoria, foi compreendido simplesmente que de algum modo houve uma ruptura na 3D por um momento a fim de criar o que vocês vêem. Hoje o que teria sido visto como um atributo de um evento quântico, e é isto o que este laboratório descobrirá, pois eles estão prestes a ver o resíduo de uma colisão interdimensional.. Isto está em todo lugar. É a nova constante cosmológica. Uma vez que vocês comecem a ver as dimensões que são invisíveis, ou pelo menos vejam os atributos que eles traçam nas explosões que são artificialmente criadas, isto será óbvio. Tudo isto é para lhes dizer deste modo enigmático, que este experimento em particular é seguro, a longo prazo, e os seus cientistas finalmente serão capazes de ver a interdimensionalidade, na melhor das hipóteses.
Eu me uno a este pensamento para que, com outras mentes, possamos colocar os táquions em linha para a manifestação desta possibilidade quântica.
Speculare
Este exercício quântico de especulação me remete a algumas questões...
Antes disto, vale lembrar: O reino dévico compõe-se de seres, consciências e hierarquias de elevado grau de pureza e propícia à manifestação da Vida. Denominado simbolicamente “exército do som”, trabalha com vibrações (...) os devas impulsionam o reino elemental a preencher, com sua própria substância, os moldes sutis por eles construídos, preparando a forma para absorver a força-de-vida emanada da consciência que a habitará.
Os táquions possuem uma outra qualidade peculiar. As partículas taquiônicas ganham velocidade à medida que cedem energia e elevam seu padrão vibratório.
Maravilhoso o mundo dos táquions, não?
E será que ele é tão silencioso assim?
Por isso me pergunto, seriam os táquions a fronteira que nos permite tocar com outra consciência o reino elemental?
Seriam as partículas taquiônicas a correspondência para a compreensão de nossa capacidade de co-criar?
Estaria o conceito de energia taquiônica nos ajudando a assumir o poder de manifestação, neste momento em que recebemos a chama passada pelas colunas energéticas que nos guardavam, os Devas?
Se a imaginação é o princípio da manifestação, seriam estas partículas de massa imaginária, parte da manifestação de uma outra dimensão; de uma nova Morada para o nosso Ser Quântico?
Bem, a 3ª Dimensão é uma memória de lagarta. Uma memória repleta de parâmetros dentro dos quais se manifesta o que responde pelo nome de mundo físico.
Mas, a borboleta não cabe na memória da lagarta...
E Kryon nos ajuda: Lembrem-se, vocês estão todos em um estado quântico. Sua realidade não é vista desta forma, já que vocês se sentem singulares. Mas ao invés disto, estão "conectados". Isto permite que as energias como o táquion existam e saibam quem vocês são.
Interessante... Especular não é somente um verbo, que designa estudar com atenção; colher informações minuciosas a respeito de alguma coisa. Especular é também adjetivo.
Como verbo, tem sua raiz no latim speculari. Como adjetivo, se origina de speculare, que significa, aquilo que é relativo ao espelho.
A correspondência é algo que espelha; é algo especular?
Será por este motivo que Eckhart Tolle afirma, através de você o universo se torna ciente de si mesmo?*
As palavras trazem muita riqueza em si. Por isso têm poder.
*A New Earth, editado pelo Oprah’s Book Club.
Antes disto, vale lembrar: O reino dévico compõe-se de seres, consciências e hierarquias de elevado grau de pureza e propícia à manifestação da Vida. Denominado simbolicamente “exército do som”, trabalha com vibrações (...) os devas impulsionam o reino elemental a preencher, com sua própria substância, os moldes sutis por eles construídos, preparando a forma para absorver a força-de-vida emanada da consciência que a habitará.
Os táquions possuem uma outra qualidade peculiar. As partículas taquiônicas ganham velocidade à medida que cedem energia e elevam seu padrão vibratório.
Maravilhoso o mundo dos táquions, não?
E será que ele é tão silencioso assim?
Por isso me pergunto, seriam os táquions a fronteira que nos permite tocar com outra consciência o reino elemental?
Seriam as partículas taquiônicas a correspondência para a compreensão de nossa capacidade de co-criar?
Estaria o conceito de energia taquiônica nos ajudando a assumir o poder de manifestação, neste momento em que recebemos a chama passada pelas colunas energéticas que nos guardavam, os Devas?
Se a imaginação é o princípio da manifestação, seriam estas partículas de massa imaginária, parte da manifestação de uma outra dimensão; de uma nova Morada para o nosso Ser Quântico?
Bem, a 3ª Dimensão é uma memória de lagarta. Uma memória repleta de parâmetros dentro dos quais se manifesta o que responde pelo nome de mundo físico.
Mas, a borboleta não cabe na memória da lagarta...
E Kryon nos ajuda: Lembrem-se, vocês estão todos em um estado quântico. Sua realidade não é vista desta forma, já que vocês se sentem singulares. Mas ao invés disto, estão "conectados". Isto permite que as energias como o táquion existam e saibam quem vocês são.
Interessante... Especular não é somente um verbo, que designa estudar com atenção; colher informações minuciosas a respeito de alguma coisa. Especular é também adjetivo.
Como verbo, tem sua raiz no latim speculari. Como adjetivo, se origina de speculare, que significa, aquilo que é relativo ao espelho.
A correspondência é algo que espelha; é algo especular?
Será por este motivo que Eckhart Tolle afirma, através de você o universo se torna ciente de si mesmo?*
As palavras trazem muita riqueza em si. Por isso têm poder.
*A New Earth, editado pelo Oprah’s Book Club.
Speculari
Em 1974, um grupo de cientistas, que incluía o físico David Bohm e o matemático Bernard Carr, além do escritor Arthur Clarke, realizou um estudo sobre Uri Geller e sua suposta capacidade paranormal para a telecinesia, como o entortar de colheres.
O físico teórico Jack Sarfatti, do Centro Internacional de Física Teórica, em Trieste/Itália, fazia parte do grupo e mesmo não reconhecendo a autenticidade psicoenergética de Geller, elaborou um interessante exercício de especulação para o fenômeno de entortar colheres.
O exercício de Sarfatti envolve as partículas taquiônicas.
Começa supondo que haja um universo múltiplo e, nesta multiplicidade, um universo que corresponda a cada efeito possível no mundo quântico. Neste caso, uma colher que entorta é um destes universos, que se materializa porque uma coleção de átomos escolheu esta versão. Mas, será que foram os átomos que escolheram tal versão?
Para o exercício de Sarfatti, não.
A massa geral composta pelas pessoas que observam o fenômeno produz uma focalização ajustada de táquions em linha com a expectativa de que a colher entortará e esta focalização, segundo Sarfatti, poderá talvez empurrar os efeitos quânticos para produzir esta situação.
Mas, se os próprios observadores do evento são aqueles que o produziram, por que se surpreendem com o resultado?
À medida que os táquions possuem velocidade superior à da luz, poderiam voltar no tempo. Ou seja, os táquions permitiriam o envio de informações ao passado. Assim, esta é a resposta de Sarfatti: A produção espetacular das colheres tortas produz as ondas de admiração na audiência, liberando um fluxo de táquions que viajam para trás no tempo e fazem as colheres se entortarem um pouco antes de produzido, para criar a surpresa. Se um processo desses puder ser acionado de modo deliberado, poderá explicar os fenômenos telepáticos como uma comunicação taquiônica direta entre as mentes, mas um fato físico como entortar colheres parece requerer o esforço conjunto de muitas mentes — exceto, segundo o professor John Taylor, da London University, no caso de crianças. De acordo com o exposto acima, isto não surpreende. As crianças possuem uma imaginação mais viva do que a maioria dos adultos, com emoções mais poderosas, presumivelmente liberando vibrações taquiônicas mais fortes. Talvez esta ligação taquiônica forneça a chave a mistérios como os poltergeists.*
*Texto extraído do site: http://www.abbra.eng.br/enigmas16.htm
O físico teórico Jack Sarfatti, do Centro Internacional de Física Teórica, em Trieste/Itália, fazia parte do grupo e mesmo não reconhecendo a autenticidade psicoenergética de Geller, elaborou um interessante exercício de especulação para o fenômeno de entortar colheres.
O exercício de Sarfatti envolve as partículas taquiônicas.
Começa supondo que haja um universo múltiplo e, nesta multiplicidade, um universo que corresponda a cada efeito possível no mundo quântico. Neste caso, uma colher que entorta é um destes universos, que se materializa porque uma coleção de átomos escolheu esta versão. Mas, será que foram os átomos que escolheram tal versão?
Para o exercício de Sarfatti, não.
A massa geral composta pelas pessoas que observam o fenômeno produz uma focalização ajustada de táquions em linha com a expectativa de que a colher entortará e esta focalização, segundo Sarfatti, poderá talvez empurrar os efeitos quânticos para produzir esta situação.
Mas, se os próprios observadores do evento são aqueles que o produziram, por que se surpreendem com o resultado?
À medida que os táquions possuem velocidade superior à da luz, poderiam voltar no tempo. Ou seja, os táquions permitiriam o envio de informações ao passado. Assim, esta é a resposta de Sarfatti: A produção espetacular das colheres tortas produz as ondas de admiração na audiência, liberando um fluxo de táquions que viajam para trás no tempo e fazem as colheres se entortarem um pouco antes de produzido, para criar a surpresa. Se um processo desses puder ser acionado de modo deliberado, poderá explicar os fenômenos telepáticos como uma comunicação taquiônica direta entre as mentes, mas um fato físico como entortar colheres parece requerer o esforço conjunto de muitas mentes — exceto, segundo o professor John Taylor, da London University, no caso de crianças. De acordo com o exposto acima, isto não surpreende. As crianças possuem uma imaginação mais viva do que a maioria dos adultos, com emoções mais poderosas, presumivelmente liberando vibrações taquiônicas mais fortes. Talvez esta ligação taquiônica forneça a chave a mistérios como os poltergeists.*
*Texto extraído do site: http://www.abbra.eng.br/enigmas16.htm
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Táquions
De uma maneira extremamente simples, um dos princípios da teoria quântica é o que postula que o observador não apenas interage, mas muda o comportamento do fenômeno observado. No caso da física quântica, o observador muda o comportamento das partículas subatômicas, objeto de seu estudo.
A teoria quântica vem a passos largos se destacando da ciência moderna. Seus experimentos produzidos em laboratório, com partículas subatômicas, desafiam cientistas e filósofos, a ponto de abrirem um questionamento que permanece sem resposta: O microcosmo seguiria leis que não se aplicam à lógica cartesiana para o macrocosmo?
À medida que a Grande Ciência nos aponta que tal qual o grande é o pequeno, quem sabe uma resposta para aquele desafio viesse de uma pergunta em outro parâmetro epistêmico: Será que a lógica cartesiana dá conta de compreender o movimento silencioso das partículas subatômicas? E será que ao mudar a lógica cartesiana para compreender o movimento subatômico não mudamos simultaneamente o que representamos como macrocosmo; aquilo que responde pelo nome de mundo físico?
Bem, até pouco tempo atrás, a Terra era considerada um cubo, de cujas extremidades as embarcações corriam o risco de despencar...
Vejamos, então, o exemplo dos táquions, que habitam o mundo quântico.
Por definição, táquions são partículas subatômicas que viajam mais rápido que a luz. Isto é, são partículas superluminais, nomeadas como táquions, pelo físico norte-americano, Gerald Feinberg, a partir do grego tacuç – veloz.
Um ser com propriedade para viajar a uma velocidade superior à da luz é algo controverso para a ciência moderna porque, no interior da teoria da relatividade, de Einstein, não existe esta possibilidade para partículas com massa real. Ou seja, para aquelas partículas que compõem o mundo físico, tal qual acreditamos que ele seja, com nossa consciência em 3ª Dimensão.
Assim, táquions são partículas com massa imaginária, por isso têm a liberdade de evoluir a uma velocidade superior à da luz. E permanecem como enigma para parte da física quântica que ainda se sustenta na teoria da relatividade.
A teoria quântica vem a passos largos se destacando da ciência moderna. Seus experimentos produzidos em laboratório, com partículas subatômicas, desafiam cientistas e filósofos, a ponto de abrirem um questionamento que permanece sem resposta: O microcosmo seguiria leis que não se aplicam à lógica cartesiana para o macrocosmo?
À medida que a Grande Ciência nos aponta que tal qual o grande é o pequeno, quem sabe uma resposta para aquele desafio viesse de uma pergunta em outro parâmetro epistêmico: Será que a lógica cartesiana dá conta de compreender o movimento silencioso das partículas subatômicas? E será que ao mudar a lógica cartesiana para compreender o movimento subatômico não mudamos simultaneamente o que representamos como macrocosmo; aquilo que responde pelo nome de mundo físico?
Bem, até pouco tempo atrás, a Terra era considerada um cubo, de cujas extremidades as embarcações corriam o risco de despencar...
Vejamos, então, o exemplo dos táquions, que habitam o mundo quântico.
Por definição, táquions são partículas subatômicas que viajam mais rápido que a luz. Isto é, são partículas superluminais, nomeadas como táquions, pelo físico norte-americano, Gerald Feinberg, a partir do grego tacuç – veloz.
Um ser com propriedade para viajar a uma velocidade superior à da luz é algo controverso para a ciência moderna porque, no interior da teoria da relatividade, de Einstein, não existe esta possibilidade para partículas com massa real. Ou seja, para aquelas partículas que compõem o mundo físico, tal qual acreditamos que ele seja, com nossa consciência em 3ª Dimensão.
Assim, táquions são partículas com massa imaginária, por isso têm a liberdade de evoluir a uma velocidade superior à da luz. E permanecem como enigma para parte da física quântica que ainda se sustenta na teoria da relatividade.
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